Este estudo revê as diferentes interpretações e análises do diminutivo mais produtivo em português e reaviva a visão de Soares Barbosa (1787), obliterada pela maioria dos estudos do século passado. Tomando seu ponto de vista como referência, a hipótese que guia esta análise, fundamentada na Teoria da Otimidade, é ser -inho o morfema de diminutivo e /z/ em -zinho, uma consoante epentética que emerge para satisfazer exigências estruturais. Dada a palavra morfológica como base e um "ranking" de restrições de correspondência, marcação e alinhamento como instrumento de análise, chega-se à explicação consubstanciada na teoria e nos dados.
This study makes a review of the analysis and interpretations of the diminutive in Portuguese, recovering the vision of Soares Barbosa (1789), obliterated by most of the analysis of the last century. Taking this point of view as reference, the hypothesis that guides this analysis, which is based on the Optimality Theory, is that -inho is the morpheme; and z in -zinho, an epenthetic consonant. Considering the morphological word as base of the derivative and a ranking of correspondence, markedness and alignment constraints as the instrument of analysis, the explanation comes out firmed on the theory and on the data.