摘要:Relações entre cinestesia e autoconsciência foram examinadas em experimento fenomenológico com 19 estudantes universitários, os quais responderam a três instrumentos: 1) Escala de Autoconsciência; 2) The Alien-hand Experiment (indução de distorção perceptiva em tarefa motora, repetida quatro vezes); e 3) Entrevista Fenomenológica sobre percepções do experimento. A análise identificou dois padrões de resposta: 1) reconhecimento da distorção e atribuição ao experimento e 2) reconhecimento ambivalente da distorção e atribuição a si mesmo. O segundo padrão de resposta associou-se a altos índices de autoconsciência. A reversão entre experiência consciente e consciência da experiência desvelou-se gradativamente nas repetições da tarefa: 1) descrição do estranhamento, 2) variações imaginárias das causas da distorção (arguições), 3) tomada de posição pela atribuição da distorção ao experimento ou a dificuldade pessoal de realizar a tarefa. A diferenciação de modalidades de autoconsciência permitiu a análise da arguição sobre as interferências experimentais, apontando de modo original o movimento da pré-reflexão à autorreflexão.
其他摘要:Relations between kinesthesia and selfconsciousness were examined in a phenomenological experiment with 19 students who responded to three instruments: 1) Self-Consciousness Scale (private, public and social anxiety), 2) The Alien-Hand Experiment (purposely-induced distortion in perceptual motor task, repeated four times) and 3) Phenomenological interview on perceptions of the experiment. The analysis identified two patterns of response: 1) recognition of the distortion and assignment to the experiment, and 2) ambivalent recognition of distortion and attribution to himself. The second response pattern was associated with high levels of self-consciousness. Reversal between experience conscious and consciousness of experience were revealed gradually in the repetitions of the task: 1) description of estrangement, 2) imaginary variations on the causes of distortion (arguments), 3) decision making between positing distortions on experiment variables or personnel difficulty to perform the task. Differentiation of self-consciousness modalities led to argument analysis on task interferences, pointing to an original handling of pre-reflection to self-reflection.