摘要:Este artigo discute as características apresentadas na escrita de Isidora Aguirre, a dramaturga mais constante e perene do teatro chileno. Partindo de sua enunciação analisam-se os códigos semióticos de seus textos, as metodologias escolhidas e o sujeito genérico de sua fala. Estuda-se sua dramaturgia observando as causas da sua sobrevida aos contextos e regimes diferentes, produzida no interior de um sistema literário patriarcal que sistemáticamente estabeleceu o cânon através da apropriação masculina da palavra.