摘要:Neste artigo, objetiva-se a compreensão de sentidos para o corpo e a maternidade da mulher negra, a partir de um trajeto de leitura situado no encontro entre memória e acontecimento, o qual permite vislumbrar a radicalidade da experiência do olhar. Para tanto, discute-se o estatuto desigual da condição de existência da mulher negra em gestos de análise discursiva da pintura, particularmente da tela Mãe preta , e de duas fotografia de babás e crianças representativas do Brasil oitocentista, articulando-as a uma postagem na rede social Facebook em que a maternidade nas prisões e penitenciárias brasileiras é tematizada.